Financiamento coletivo no ar: TREMA, por Fernanda Pougy e Maíra Motta


É com muita alegria que a Funilaria lança seu primeiro financiamento coletivo! ️


O livro TREMA, escrito por Fernanda Pougy e Maíra Motta, apresenta um diálogo composto de prosa poética, entremeando os textos das duas autoras como em uma conversa, em uma confabulação pouco convencional tecida sutilmente entre elas.

Sobre o livro

As autoras, Fernanda Pougy e Maíra Motta se conheceram como editoras da extinta Revista Hiato. A partir desse encontro, criaram o Movimento Trema, plataforma digital para produção e divulgação textual, que durou 3 anos, de onde ecoam muitas das palavras e das construções deste livro.


A partir de fatos cotidianos, como a espera em um ponto de ônibus, uma consulta oftalmológica, uma ligação para central de atendimento, os textos propõem uma reflexão sobre o próprio uso da linguagem e brincam com a linha tênue que existe entre o trágico e o cômico dos dias. Isso é o que Fernanda e Maíra fazem de melhor nesse livro, elas observam muito bem o que nos é habitual e trazem sobre esses nossos fatos e atos de cada dia uma pitada de extraordinário, de lirismo.




Para completar o livro e essa conversa, a obra conta com desenhos e com o design gráfico de Flávia Trizotto, que participou da idealização do projeto Movimento Trema com as duas autoras.

Como dito (escrito) pelas próprias autoras:

“Desde que o trema, tal qual sinal ortográfico, foi abolido da língua portuguesa, ele retorna como um exilado da escrita — pois da ponta da nossa língua falada, ele nunca foi embora. Por exemplo: tente dizer "consequência", em voz alta. O "u", que pela norma seria mudo, ainda ressoa.”

O que dizem de TREMA


“Trema é também um verbo, no imperativo. Trema! Pode ser de medo, mas pode ser de prazer: um susto, um calafrio, uma palavra bem dita.” Alice Sant’Anna

“Um livro que ri de si mesmo, como quem não sabe se se defende do rato, ou deixa a casa para ele. O meio para um convite à imaginação. Entre as coisas enormes que se perdem, para o leitor, só há ganho.” Luisa Espindula