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Cidade: modos de ler, usar e se apropriar

Cidade: modos de ler, usar e se apropriar

R$ 50,00Preço

Frete fixo R$ 15 | Frete grátis a partir de R$ 200

 

Cidade: modos de ler, usar e se apropriar - A São Paulo do graffiti
Autora: Gabriela Leal
Prefácio: Heitor Frúgoli Jr.

Epílogo: Wellington Neri (Tim) e Mauro Neri (Veracidade)
Posfácio: Ricardo Campos
Revisão: Vivian Albuquerque
Capa: Gabs Leal, alexHORNEST e Fobia

Fotografias: Gabs Leal
Ano: 2023
Páginas: 352
Dimensões: 13 x 19 cm
ISBN: 978-65-84735-25-5

Cidade: modos de ler, usar e se apropriar: a São Paulo do graffiti começa com os pés no asfalto, em meio a latas de spray, rolinhos e galões de tinta látex; em meio a uma diversidade de relações tecidas em uma cidade que exige um intenso (e extenso) deslocamento para percorrê-la. Corpos, tintas e movimentos se entrelaçam e, neste fazer, desenham nos muros ao mesmo tempo em que modificam – simbólica e esteticamente – o espaço urbano, nos devolvendo a questão: quem desenha na cidade, desenha a cidade? 

 

Esta foi a pergunta fundadora da pesquisa que originou este livro, realizada por Gabriela Leal (conhecida por muitos por Gabs Leal), e que teve como objetivo principal investigar os usos da rua das práticas de graffiti de São Paulo e as possibilidades de cidade que emergem nesta interação. Por isso, ao mesmo tempo em que as práticas de graffiti ocupam um lugar central enquanto foco de análise e reflexões, também são tomadas como uma janela para pensar (junto) e produzir conhecimento sobre o urbano. 

 

Gabriela Leal, a partir de um olhar atento e de uma narrativa informada pela perspectiva das práticas de graffiti, nos convida a caminhar por diversos locais da cidade de São Paulo. Leal também nos leva ao mundo da arte contemporânea, que engloba os agentes da arte urbana aqui enfocada – como galerias, ateliês, espaços culturais e exposições, nos quais circulam curadoras/es, dealers, gravuristas, montadoras/es de exposições, fotógrafas/os. Não escapa da sua análise as interfaces do mundo do grafitti com o da pixação, cujas observações revelam fronteiras porosas, com entrelaçamentos surpreendentes entre ambas as práticas. Neste percurso, a autora oferece, ainda, reflexões e descrições sobre diferentes aspectos da relação estabelecida entre os protagonistas do graffiti e agentes do Estado.

 
Cidade: modos de ler, usar e se apropriar é acompanhado por diversos registros visuais da  autora, que complementam suas observações e reflexões. Após a leitura, ganhamos uma nova camada ao caminhar pela cidade e ao olhar para o espaço urbano.

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